Em junho deste ano, o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) Robson Andrade, se reuniu com o governador do Ceará, Camilo Santana na cidade de Fortaleza e também com os membros da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) cumprindo com a agenda de reuniões.

Também foi recebido pelo presidente da federação, Beto Studart que apresentou as instalações de Expansão Industrial (NEXI) e dos Núcleos de Economia e Estratégia (NEE) da FIEC. Robsoan Andrade elogiou o trabalho realizado pelos membros e falou sobre a determinação e persistência nos resultados pelos quais Beto Studart trabalha.

O que é a FIEC?

 

 

A FIEC funciona desde 1950 e busca o desenvolvimento econômico do Ceará, assim como a competitividade com indústrias de outros estados e, como consequência, acaba gerando diversos empreendimentos para a região. Tem como membros 39 sindicatos patronais dos mais diversos nichos da indústria.

Há também a associação de órgãos importantes para o desenvolvimento da indústria como o Serviço Social da Indústria (SESI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). A presença desses serviços junto à indústria é de extrema importância para o desenvolvimento dos trabalhadores e, consequentemente, da economia.

Robson reconheceu a grande importância da FIEC para o Ceará e suas indústrias. É uma forma de apoiá-las para que possam se modernizar e torná-las ainda mais competitivas no mercado.

E falando em trabalhadores, o presidente da CNI também deu uma entrevista durante a sua visita falando sobre as mudanças na legislação trabalhista.

Como anda o Brasil atualmente?

 

 

Robson Andrade defendeu a opinião que o Brasil precisa realizar diversas reformas e que, a principal delas, é a trabalhista. São elas que podem ajudar o país a se recuperar economicamente e fecharmos o ano de 2017 com um cenário mais favorável com o qual começamos. A insegurança política também é outro problema que precisa ser resolvido urgentemente.

O presidente da CNI está mais seguro sobre a retomada da nossa economia, mesmo estando em um momento de incertezas. Ele comenta que percebe a indústria respirar mais uma vez, depois de muito tempo de crise e que sente a retomada da economia por elas. A esperança está nos números ainda que modestos: nos primeiros 3 meses deste ano, o setor industrial cresceu 1% e a tendência é que os resultados sejam ainda melhores para o final de 2017.

O presidente da FIEC, Beto Studart, também agradeceu imensamente a presença de Robson Andrade e falou sobre como o empenho dele em fazer o setor industrial crescer ajuda a todos e também ao estado, que fica cada vez mais fortalecido.

Robson Andrade defende a ideia de que a melhor escolha para retomar o crescimento da economia brasileira é investindo nas empresas e nas indústrias. Elas passariam a gerar mais empregos, as pessoas voltariam a comprar e as finanças do país voltariam a ter mais equilíbrio. Para tanto, é necessário que ocorram também mudanças nas regras e na legislação que sejam compatíveis com os novos desafios do século 21. Reformas precisam ser feitas para avançar e sair da crise econômica.

Presidente da CNI reúne-se com industriais cearenses