CNI quer intensificar trabalho com deputados para aprovação de reformas

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, afirmou em encontro no Palácio do Planalto que o Congresso Nacional está comprometido com o crescimento da economia e com a geração de empregos e que a CNI deve trabalhar para mostrar a importância da reforma da previdência aos deputados “Vamos mostrar aos parlamentares a importância da reforma previdenciária. Vamos intensificar o trabalho com os parlamentares pela aprovação da reforma”, afirmou.

Para o presidente da CNI, são egoístas as categorias de servidores que se posicionam contra a reforma, já que, se a medida não for aprovada, os Estados e municípios não conseguirão fechar suas contas, segundo ele. “Categorias de servidores que fazem campanha contra a reforma têm postura egoísta. E eles se enganam porque se a reforma não for aprovada, estados e municípios não conseguirão fazer os pagamentos de seus aposentados”, analisou Andrade.

Falando sobre os benefícios da reforma previdenciária, Robson Braga de Andrade também citou a reforma trabalhista, aprovada ainda em 2017, ao afirmar que a resistência a essa reforma diminuiu quando a sociedade entendeu que a medida poderia favorecer a criação de empregos e assim ser um benefício tanto para os trabalhadores como para toda a economia.

Diálogo no governo deve facilitar aprovação da reforma

Assim como ocorreu com a aprovação da reforma trabalhista, a CNI também acredita no diálogo para a aprovação da reforma da Previdência. “O que nós vimos neste um ano e meio é que o governo não é apenas um governo central, mas um governo que dialoga com o Congresso e tem o parlamento como parceiro em todas as decisões”, disse Robson de Andrade CNI.

O empresário também citou a aprovação do parcelamento do Refis que, segundo ele, beneficia milhares de empresas, e defendeu que a medida também seja ampliada para micro e pequenas empresas. “Isso faz com que os empresários enxerguem o Brasil com futuro. E não apenas os empresários brasileiros estão vendo isso porque muitos estrangeiros estão com vontade de investir no país”, diz o presidente da CNI.

Além destas medidas, a CNI acredita que é imprescindível aprovar a reforma da previdência para que a economia retome o crescimento com sustentação. O Brasil vem enfrentando um aumento nos gastos em relação à aposentadoria, principalmente por causa do aumento da expectativa de vida dos cidadãos, o que acaba refletindo no pagamento de mais benefícios a cada ano.

Com a reforma, que entre outras medidas altera a idade mínima para aposentadoria, o aumento nos gastos seria rompido, o que além de limitar as despesas acaba por garantir que os atuais beneficiários não sejam prejudicados por uma eventual falta de receita para pagar os benefícios.

Para a Confederação Nacional da Indústria, tanto a reforma trabalhista, já aprovada, como as reformas tributária e previdenciária, são necessárias para melhorar o ambiente de negócios e promover o otimismo e a segurança ao empresariado para retomar as contratações, fazer novos investimentos e assim fazer crescer a economia do país.

Conselho da Oi nomeia Eurico Teles Neto como diretor-presidente

Por unanimidade, Eurico Teles foi eleito o novo diretor-presidente da operadora de telecomunicações Oi. Ele foi eleito pelo conselho de administração da companhia em 27 de novembro de 2017.

Sua escolha garante uma atuação técnica durante o processo de recuperação judicial da empresa, que foi homologado no dia 9 de janeiro. Eurico Teles continua no cargo de diretor jurídico da Oi. Ele substitui Marcos Schroeder no cargo de presidente. A experiência de mais de 30 anos no segmento é fundamental para a continuidade do processo de reestruturação e de expansão da empresa. Em comunicado divulgado quando foi eleito, Teles Neto ressaltou a busca por um “ponto de equilíbrio” que satisfaça as demandas dos envolvidos no processo.

Experiência faz de Teles Neto nome ideal para a Oi

Graduado em Ciências Econômicas e Direito pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL) e pós-graduado em Direito do Trabalho pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), Teles iniciou seu trabalho no segmento de telecomunicações em 1981.

Na época, trabalhou na Divisão de Títulos e Valores Mobiliários da Telebahia, que fazia parte do sistema Telebrás. A Telebahia foi vendida para a Tele Norte Leste, que então se transformou na Telemar. Quando a Telemar foi fundida com a Oi em 2002, Teles assumiu o cargo de diretor jurídico da empresa.

Sua carreira confere a ele a experiência necessária para direcionar a empresa rumo à expansão no mercado brasileiro.

Recuperação judicial em andamento proporciona expansão

A recuperação judicial da empresa Oi foi recentemente homologada pela justiça do Rio de Janeiro. O porte do conglomerado empresarial faz da Oi uma companhia fundamental para o contexto econômico atual. Com mais de 70 milhões de usuários de seus serviços e produtos, o grupo Oi emprega 140 mil pessoas.

O grupo Oi também é responsável por atividades que são essenciais para a democracia brasileira, como as eleições, realizadas com tecnologia de ponta na transmissão de dados e resultados. No país, cerca de 3 mil cidades utilizam de forma exclusiva a rede de telefonia da Oi.

Investimentos em tecnologia, serviços, produtos e atendimento serão possíveis com a recuperação jurídica aprovada. Assim, além do equilíbrio financeiro da empresa, a qualidade dos serviços prestados à população será melhorada e expandida.

Em especial, a empresa tem como foco a expansão da fibra ótica e da cobertura 4G. Essa cobertura usa uma tecnologia que compartilha o sinal de uma antena com muito mais usuários de telefonia, com muito mais velocidade e qualidade de sinal.

Os investimentos da Oi também visam a digitalização de processos internos e o aprimoramento do atendimento aos pequenos e grandes consumidores.

Com o plano de recuperação em andamento, a previsão é de um aumento de investimento anual na casa dos R$ 2 bilhões – de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões. Teles destacou em entrevista que “a recuperação judicial incorpora o espírito de entendimento e de negociação pacificada”. O objetivo da proposta homologada, segundo Teles Neto, é a conciliação de interesses dos credores, buscando um consenso que seja funcional e satisfatório.  

Presidente da CNI reúne-se com industriais cearenses

Em junho deste ano, o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) Robson Andrade, se reuniu com o governador do Ceará, Camilo Santana na cidade de Fortaleza e também com os membros da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) cumprindo com a agenda de reuniões.

Também foi recebido pelo presidente da federação, Beto Studart que apresentou as instalações de Expansão Industrial (NEXI) e dos Núcleos de Economia e Estratégia (NEE) da FIEC. Robsoan Andrade elogiou o trabalho realizado pelos membros e falou sobre a determinação e persistência nos resultados pelos quais Beto Studart trabalha.

O que é a FIEC?

 

 

A FIEC funciona desde 1950 e busca o desenvolvimento econômico do Ceará, assim como a competitividade com indústrias de outros estados e, como consequência, acaba gerando diversos empreendimentos para a região. Tem como membros 39 sindicatos patronais dos mais diversos nichos da indústria.

Há também a associação de órgãos importantes para o desenvolvimento da indústria como o Serviço Social da Indústria (SESI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). A presença desses serviços junto à indústria é de extrema importância para o desenvolvimento dos trabalhadores e, consequentemente, da economia.

Robson reconheceu a grande importância da FIEC para o Ceará e suas indústrias. É uma forma de apoiá-las para que possam se modernizar e torná-las ainda mais competitivas no mercado.

E falando em trabalhadores, o presidente da CNI também deu uma entrevista durante a sua visita falando sobre as mudanças na legislação trabalhista.

Como anda o Brasil atualmente?

 

 

Robson Andrade defendeu a opinião que o Brasil precisa realizar diversas reformas e que, a principal delas, é a trabalhista. São elas que podem ajudar o país a se recuperar economicamente e fecharmos o ano de 2017 com um cenário mais favorável com o qual começamos. A insegurança política também é outro problema que precisa ser resolvido urgentemente.

O presidente da CNI está mais seguro sobre a retomada da nossa economia, mesmo estando em um momento de incertezas. Ele comenta que percebe a indústria respirar mais uma vez, depois de muito tempo de crise e que sente a retomada da economia por elas. A esperança está nos números ainda que modestos: nos primeiros 3 meses deste ano, o setor industrial cresceu 1% e a tendência é que os resultados sejam ainda melhores para o final de 2017.

O presidente da FIEC, Beto Studart, também agradeceu imensamente a presença de Robson Andrade e falou sobre como o empenho dele em fazer o setor industrial crescer ajuda a todos e também ao estado, que fica cada vez mais fortalecido.

Robson Andrade defende a ideia de que a melhor escolha para retomar o crescimento da economia brasileira é investindo nas empresas e nas indústrias. Elas passariam a gerar mais empregos, as pessoas voltariam a comprar e as finanças do país voltariam a ter mais equilíbrio. Para tanto, é necessário que ocorram também mudanças nas regras e na legislação que sejam compatíveis com os novos desafios do século 21. Reformas precisam ser feitas para avançar e sair da crise econômica.

Como o novo diretor-presidente da Oi conseguirá tirar a empresa da crise em que se encontra?

Apresentado há menos de duas semanas atrás, Eurico de Jesus Teles Neto é o novo diretor-presidente do Grupo Oi de Telecomunicações. Com vasta experiência no setor jurídico, Eurico já sabe que terá que arregaçar as mangas e trabalhar bastante para que a Oi volte a ser uma empresa respeitada no país.

O primeiro caminho a ser tomado por Teles foi organizar um plano de recuperação judicial proposto pela empresa, que irá à votação e espera ser aprovado pelos credores e acionistas.

Segundo Teles, existe um plano na Justiça que precisar ser alterado, e mudanças rápidas, para que possam trazer mais tranquilidade para a empresa, estabilizando a companhia e trazendo novos recursos.

A situação da empresa é difícil, mas nada impossível de ser alcançado. É preciso comprometimento das partes envolvidas.

Eurico Teles acha um desafio enorme apresentar um plano à Justiça no dia 12, mas se sente confiante de que, no dia 19 será votado e aprovado em assembleia.

Desde o dia 29/11/2017, o juiz Fernando Viana nomeou Eurico Teles como “responsável pessoal para conduzir e concluir as negociações com os credores” e apresentar o plano que será colocado em votação na assembleia.

Como Eurico Teles chegou à presidência da Oi?

Eurico Teles sempre estava ligado aos cargos de diretoria na empresa Oi, portanto, sempre foi envolvido com os assuntos dela.

O antigo presidente da empresa, Marco Shroeder, renunciou ao cargo devido às divergências entre conselho e diretoria da Oi. O próprio juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, responsável pelo processo de recuperação judicial da companhia Oi, informou que era notório que as divergências entre o conselho e a diretoria estavam atrapalhando o andamento do processo e causaram a renúncia do então presidente. Quanto mais eles se confrontavam, menos o processo andava e mais atrapalhada ficava a empresa.

No desligamento do antigo presidente, Teles havia sido escolhido para ser o diretor-presidente de forma interina e, logo depois, sua nomeação foi confirmada pelo conselho.

Quanto é a dívida da Oi e qual proposta foi apresentada?

A Oi deve cerca de 11 bilhões de reais à Anatel. Essa dívida é pública e notória. A proposta do Eurico Teles á ministra da Advocacia Geral da União, Grace Mendonça é que, para quitar cerca de 14,5 bilhões em multas que foram impostas à Oi pela Anatel foi de pagar cerca de 20% do valor já reconhecido, 8,5 bilhões e parcelar o restante em 239 vezes.

A ideia é fazer a Oi ganhar tempo, tirar o seu nome do vermelho e poder correr atrás de novos recursos, a fim de reequilibrar as finanças e voltar à situação normal.

Mostrar à ministra que a Oi tem condições de fazer uma negociação diferenciada com a AGU foi uma grande jogada e mostrou toda a inteligência e conhecimentos do Eurico Teles para assumir o comando da empresa, mostrando que não estavam errados quando o elegeram a diretor-presidente.

Em favor da adesão do Brasil à OCDE, Robson de Andrade CNI

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) foi fundada em 1960 e é composta por 35 países com sede em Paris. Ela foi criada com o objetivo de ajudar os países da Europa a se recuperarem dos danos causados pela Segunda Guerra Mundial. Depois que isso foi alcançado, outros objetivos foram traçados como buscar o desenvolvimento econômico e criar mecanismos para aumentar o emprego.

O envolvimento do Brasil

Apesar de ter sido, inicialmente, uma organização voltada para os países europeus, hoje, nações de diversos continentes fazem parte da OCDE como o Canadá e os Estados Unidos. E em maio desse ano o Brasil decidiu formalizar o pedido para entrar na organização.

Segundo a indústria brasileira, há muitas vantagens em aderir à OCDE como:

  • mais modernização;
  • melhor governança;
  • alinha o nosso sistema a melhores práticas internacionais;
  • dá mais chances ao Brasil de participar da elaboração de regras globais que influenciam na economia e diversas empresas dentro de fora do nosso país;

Há algum tempo o Brasil já tem relações com a OCDE. Por exemplo, em 2007 nós passamos a ter um maior engajamento dentro da organização o que já demonstrava uma certa facilidade para fazer parte no futuro. É uma parceria forte – já há 26 instrumentos legais da organização atuando em território brasileiro – e que vem sendo duradoura. Nós somos bastante ativos na organização sendo um dos mais atuantes entre os países não membros.

Para que o Brasil se torne um membro efetivo, é necessária a aprovação dos 35 países que fazem parte da organização. Devido à grande interação já existente entre o nosso país e a OCDE, a expectativa é que essa aprovação chegue ainda em 2017. Para fazer realmente parte como país-membro, é necessário passar por uma avaliação rigorosa em políticas públicas.

Por que essa participação é necessária

É muito importante e quase urgente essa regulação em governança no nosso país. A governança está diretamente relacionada à eficiência e transparência que uma empresa precisa ter e essa regulamentação precisa ser clara. São dados importantes para que governos e outras empresas possam avaliar os riscos e a taxa de retorno caso queiram investir em um negócio.

A nova economia do século 21 mostra diversos desafios que, sem a ajuda técnica e a experiência necessária, o Brasil demorará para enfrentá-los. Com a participação do nosso país nessa organização, todas as empresas terão que seguir as regras impostas. Assim, melhores práticas passarão a fazer parte do nosso desenvolvimento econômico.

Outro grande benefício é que as empresas brasileiras passam a ser vistas com bons olhos e mais seguras para aplicar capital estrangeiro. Essa confiança dos investidores foi perdida durante a crise financeira e a aceitação da OCDE pode reverter esse quadro mais rapidamente.

Um caminho inevitável

Devido à grande participação do Brasil no comércio internacional e ao seu potencial econômico, aderir à OCDE é um caminho natural e inevitável ao nosso crescimento como nação. As reformas que acontecerão caso a adesão ocorra, já é necessária em diversas áreas. Isso conseguirá aumentar a nossa competitividade no mercado e também a produtividade nas indústrias e empresas brasileiras.

Por Robson de Andrade – CNI

Equilíbrio das contas públicas deve vir do corte de gastos e das reformas, diz presidente da CNI

Robson Braga de Andrade, presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) é contra o aumento de impostos, uma solução cogitada por órgãos do governo para melhorar a crise financeira pela qual o país passa no momento. O grande problema dessa decisão é que, com a elevação dos impostos, as empresas serão as principais vítimas, pois já se encontram debilitadas por conta da recessão.

Essa decisão leva a uma bola de neve que cairá em cima do consumidor final, ou seja, reduzirá o poder de compra das famílias brasileiras. Com o aumento dos impostos, as empresas passam a ter mais despesas, direcionando parte dos lucros para o governo. Esse custo será repassado para os produtos que fabricam que, por sua vez, ao chegarem ao mercado, estarão com preços mais elevados.

Crise econômica no Brasil

O nosso país passa no momento por uma das mais problemáticas crises econômicas da história, sem falar da crise política. As consequências dela são terríveis: alta da inflação (produtos mais caros), recessão, dívida externa elevada, queda na confiança de empresas internacionais, elevadas taxas de desemprego, entre tantas outras,

O grande problema de tentar resolver essa crise com aumento de impostos é que, ao mesmo tempo que se resolve um problema, cria-se outro. É uma espécie de cobertor curto: quando você cobre a cabeça, os pés ficam do lado de fora.

Tudo começou lá atrás, na crise internacional de 2008 que abalou diversos países. Com isso, a atitude do então presidente Lula foi adotar medidas para estimular o consumo: redução nas taxas de juros, concedeu isenções fiscais, maior liberação de crédito pelos bancos e assim por diante. A curto prazo, essa foi uma boa decisão já que o país cresceu mais que outros países.

O problema é que essa crise durou mais que o previsto e atingiu a China, principal comprador de produtos brasileiros como soja e minério de ferro. Assim, o preço desses produtos de base caiu – além de outros – a arrecadação de impostos continuou baixa e assim, o governo passou a gastar mais do que arrecadar.

Por que a alta dos impostos não resolve o problema

O Brasil sempre foi e ainda é o país com uma das taxas de juros e arrecadação de impostos mais elevada (33% do produto interno bruto – PIB) dentre os países emergentes. Além disso, como as isenções ficais dadas foram revogadas devido à crise, as indústrias já estão arcando com uma elevada carga tributária que representa 30% da arrecadação brasileira.

Assim, os impostos continuam elevados e nem por isso o país conseguiu sair da crise ficando claro que aumentá-los não resolverá o problema.

Para Robson Braga de Andrade a solução não está em aumentar o valor dos impostos e sim na redução de gastos por parte do governo e também de toda a sociedade. Outra importante mudança que precisa ser feita com certa urgência é a reforma na Previdência Social com o objetivo de melhorar o ajuste fiscal no longo prazo.

Com esses ajustes, o país já consegue gerar mais confiança nos investidores e diminui um pouco a imagem de um país que não sabe ajustar as conta públicas. Isso gerará maior investimento tanto financeiro quanto no setor de criação de empregos, fazendo a máquina pública melhorar.

Como ganhar na Loteria

Você tem algum sonho na vida, mas que para realiza-lo necessita de dinheiro? Você acredita que há a possibilidade de conseguir realizar seus sonhos por meio de dicas contidas em um livro? E se eu te dissesse que você pode se tornar o próximo milionário, acreditaria em mim?

O Livro Negro da Loteria é aquele que poderá tornar realidade os seus sonhos e toda a sua família. Quer saber mais? Então, leia todo este artigo.

Como funciona o Livro Negro da Loteria?

Antes de explicar como funciona o Livro Negro da Loteria, é preciso primeiramente, dizer que este livro foi desenvolvido por Matheus B., um grande curioso e amante da estatística.

Ele queria muito poder fornecer para a sua família todo o conforto, mordomias e viagens, mas mesmo trabalhando muito, não conseguia e então, passou dias pensando o que poderia fazer para mudar esta situação. Até, que um dia, ele passou por uma casa lotérica próxima a sua residência e percebeu que havia um cartaz informando que ali houve um ganhador do prêmio máximo, foi quando ele teve a ideia de saber como funciona a loteria.

Com isso, Matheus B. entrevistou vários ganhadores da loteria, com foco principalmente, naqueles que ganharam o prêmio máximo e percebeu que cada um tinha aplicado uma fórmula diferente. Ele como um especialista em estatística, uniu o bom ao agradável e até que alguns anos depois, conseguiu identificar uma fórmula mágica que propiciou ganhar não somente uma vez, mas várias vezes.

O que devo fazer para conseguir ser um dos ganhadores?

Primeiramente, você precisará seguir exatamente os três passos primordiais para que consiga ser um dos ganhadores da loteria.

1º passo: Você deverá escolher qual a loteria que pretenderá ficar fazendo as apostas. É de extrema importância que você faça o jogo somente nela, pois para cada tipo de loteria há uma lógica diferente.

2º passo: Fazer exatamente a técnica ensinada no livro, pois caso contrário não obterá êxito.

3º passo: É preciso fazer o jogo, pois de nada adiantará fazer todos os dois procedimentos acima, se você não fizer a aposta.

Garantia de que as dicas do Livro Negro da Loteria funcionam

Se as dicas transmitidas no Livro Negro da Loteria não fossem tão confiáveis, jamais seria concedida a garantia que iremos falar.

Caso, você no período de até 30 dias, não conseguir ganhar na loteria, seja o prêmio máximo ou mínimo, o seu dinheiro será devolvido integralmente. Isso mesmo! Será devolvido integralmente sem qualquer burocracia, bastando apenas que entre em contato com a equipe.

Como posso me tornar um dos próximos ganhadores da Loteria?

Para que você possa ser um dos ganhadores da loteria, é necessário que entre no site do Livro Negro da Loteria e faça o pagamento no valor de R$ 127,00, seja por meio de boleto ou cartão de crédito, podendo inclusive parcelar em até 12 vezes.

Após a confirmação do pagamento, você receberá por e-mail, o livro, podendo ler pelo computador, celular e tablet.

Robson Andrade: Estratégia da CAMEX prolonga fim do acordo com Chile e frustra indústria

Com o adiamento do fim do acordo marítimo entre Brasil e Chile para 2020, muito se tem falado sobre a falta de justificativa para esta extensão do acordo.

Isso porque tal decisão não auxilia na melhora da competitividade industrial. Com o fim do acordo entre os dois países, haverá uma série de benefícios para o Brasil, como por exemplo, maior geração de emprego.

Tal estratégia irá refletir bastante no país, uma vez que tal prolongamento do acordo irá impedir a criação de aproximadamente 15 mil empregos, mantendo também o frete marítimo para a nação andina em torno de 45% acima do mercado. Além do mais, é necessário ressaltar que adiado até 2020, o governo prossegue mortificando o comércio de ambos os países.

Veja a seguir, quatro benefícios para o Brasil com o fim do acordo marítimo entre os dois países:

  1. Fim da coberta artificial da rota Brasil-Chile-Brasil: Atualmente, a navegação mundial vive em tempos de “liberdade dos mares”. Isso significa que não há reservas de carga entre países do Nafta ou da EU, por exemplo.
  2. Crescimento da oferta de navios: Em função deste acordo, o transporte marítimo do Brasil e do Chile está limitado a oito navios. Com o livre-comércio, o número de navios chegaria a triplicar.
  3. Fretes mais em conta: Hoje, as companhias pagam 40% a mais pelo frete. De acordo com empresas de setores importantes da economia do Brasil, dentre os 130 mercados para os quais eles exportam, o frete de maior custo é o Chile.
  4. Um obstáculo a menos à exportação: A CNI fez um levantamento de dados com 847 companhias, e apontou que o principal problema para realizar a exportação está no custo do transporte. Com o fim do acordo entre os países, isso melhoraria a condição.

Compreenda o caso

Durante as décadas de 1960 e 1970, o governo brasileiro assinou uma série de contratos bilaterais de exclusividade. A ideia disso era realizar a promoção das marinhas mercantes nacionais.

Ainda na década de 1970, mais especificamente no ano de 1975, teve início a vigência do Acordo de Transporte Marítimo entre o Brasil e Chile para o desenvolvimento da indústria naval das duas nações. Sendo assim, somente navios com a bandeira brasileira ou chilena poderiam operar na rota Brasil-Chile-Brasil.

No ano de 1994, a política de reserva de carga é desmembrada no Brasil, gerando o fim das exposições de frete e denúncias de negociações de transportes marítimos, como entre o país e Peru. Já em 2006, é apresentada ao governo brasileiro a necessidade do encerramento entre o acordo de Chile e Brasil.

Nove anos depois, em 2015, a CNI e a Sofofa lançam uma declaração conjunta que solicitação a revisão do acordo.

No ano seguinte, a CNI e as associações setoriais determinam uma aliança em prol da denúncia da negociação. No mesmo ano, companhias que hoje estão fora da roda, mostraram interesse caso não haja mais a reserva de carga.

A denúncia é aprovada de forma unânime durante a 1ª reunião da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), liderada pelo presidente da República.

Em julho de 2017, é adiado o rompimento do acordo.

Robson Braga de Andrade, Presidente da CNI

Equilíbrio das contas públicas deve vir do corte de gastos e das reformas, diz presidente da CNI

O crescimento dos impostos anunciado pelo governo prejudicará ainda mais as empresas, especialmente as que se encontram com as finanças decaídas com a recessão.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a proposta deste aumento trata-se de um retrocesso da economia brasileira, que irá afetar não só as companhias, mas a sociedade como um todo.

“A elevação dos tributos drena recursos do setor privado para o setor público. Provoca o aumento dos custos das empresas e reduz o poder de compra das famílias, o que prejudica o crescimento da economia”, explica o presidente da CNI, Robson de Andrade.

O aumento das tributações para as empresas não representa apenas o aumento de seus custos, mas também uma dificuldade na sua produção.

O presidente da Confederação ainda destaca que a carga tributária do Brasil se aproxima ao equivalente de 33% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a mais alta entre as nações em evolução. Além disso, Andrade também destaca que o atual fim das desonerações financeiras cresceu, na prática, a carga dos tributos das indústrias que são encarregados por 30% da arrecadação tributária no país.

De acordo com a CNI, o equilíbrio das contas públicas deve ser perseguição pela diminuição dos seus gastos, e não por meio da elevação dos impostos. A Confederação também sugere que esta missão envolva a todos, desde o governo à sociedade.

A solução do equilíbrio das contas

Para Robson de Andrade, o país necessita acelerar as reformas, principalmente a da Previdência Social, para que haja um aprimoramento do ambiente de negócios e seja feito o ajuste fiscal de longo prazo, essenciais para a reconstituição da confiança dos empreendedores e dos consumidores, e a restauração da economia do país.

Qual a importância da reforma da Previdência?

A principal meta da CNI para a reforma da Previdência Social está na resolução de uma idade mínima para que os trabalhadores possam se aposentar por tempo de contribuição.

Atualmente, a faixa etária de aposentadoria do brasileiro é de 58 anos, no entanto, a cada década, a expectativa de vida do país vem aumentando. Sendo assim, este crescimento na expectativa de vida significa uma melhora na qualidade de vida, o que automaticamente representa condições do trabalhador continuar prosseguindo.

Afinal, nos dias de hoje uma pessoa de 58 anos está plenamente capaz de exercer suas atividades físicas e mentais.

Além do mais, a CNI defende a igualdade dos trabalhadores diante da lei, desde o tempo de contribuição e da idade mínima de todos os trabalhadores (como professores, trabalhadores rurais e contribuintes comuns). Esta igualdade também simboliza o fim da diferença entre a idade com que cada sexo se aposenta.

A reforma da Previdência discute sete questões. São elas: Financiamento da Previdência, diferença de regras entre os sexos, faixa etária média das aposentadorias (igualitária), previdência rural, pensão por morte, convergência dos sistemas previdenciários e regimes próprios do órgão.

A reforma da Previdência se faz necessária, não só pelo equilíbrio das contas públicas, mas também para assegurar o direito deste benefício para as gerações futuras.

Como tirar fotos boas no seu mini estúdio fotográfico

Ter um mini estúdio fotográfico vai te ajudar muito a ter boas fotos. É fácil adquirir um desses. Você pode comprar, existem muitos modelos e acessórios e os preços são acessíveis ou você pode construir um utilizando materiais fáceis de encontrar e super baratos.

Porém, para garantir uma qualidade muito boa nas fotos é necessário prestar atenção em alguns detalhes.

Invista em uma boa iluminação

Uma boa iluminação é indispensável para conseguir fotos de boa qualidade. Não basta apenas tem um mini estúdio fotográfico, é preciso saber iluminar muito bem os objetos que você deseja fotografar.

Se você não puder gastar muito, coloque duas luminárias com luz fluorescentes, para não ficar muito artificial. Outros tipos de lâmpadas podem tornar a foto um pouco amarelada.

Mas caso você possa investir em acessórios mais potentes, coloque um conjunto de iluminação com lâmpadas LEDs, com potência de 5600 lumens e cor branca 6000k.

Além disso, saiba escolher o melhor ângulo para deixar as lâmpadas. Mesmo tendo um bom equipamento e ótima iluminação, a falta de um ângulo bom pode estragar completamente suas fotos.

Tenha mais de uma opção de fundo

É interessante ter mais de uma opção de fundo para colocar no seu mini estúdio fotográfico. Isso acontece, porque as vezes pode ser que seu objetivo ao tirar as fotos mude. O ideal é ter fundo branco, preto e verde. Dessa forma, você pode muda-los de acordo com o que você precisa no momento.

Use câmeras de boa qualidade

Já é um fato conhecido de que não há necessidade de usar câmeras profissionais para as fotos feitas no mini estúdio fotográfico.

Porém, use celulares com câmeras boas ou máquinas de fotos comuns, mas com uma qualidade aceitável.

Unindo um mini estúdio fotográfico com bons equipamento e acessórios, como uma câmera boa, mesmo que não seja profissional, você com certeza vai conseguir fotos ótimas.

Aprenda a arrumar suas fotos

Uma foto bem tirada, com a iluminação correta, não vai precisar de grandes retoques. Porém, saber arrumar alguns detalhes torna seu trabalho mais bem feito.

Saiba usar efeitos para arrumar a iluminação da foto, cor de objeto, cor do fundo e detalhes como esse.

Saber usar os ângulos

Saber usar os ângulos também é importante para conseguir uma foto de qualidade.

Saiba posicionar a iluminação de forma correta, para não formar sombras em cima do objeto ou tornar a foto muito escura ou muito clara.

Posicionar o objeto também é interessante, uma vez que o objeto está dento do mini estúdio fotográfico. Deixe ele de forma que seja possível ver todos os detalhes, sem esconder, sem querer, alguma coisa importante.

Ter paciência

E por último, é de extrema importância ter paciência para colocar todos as dicas citadas acima em prática. Possuindo um mini estúdio fotográfico e os equipamentos, é só saber ajeitar todos os detalhes para conseguir a foto perfeita.

Se não ficar boa no primeiro clique, veja o que está dando errado e tente novamente.